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07 jul 2020

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Cruzeiro estuda medidas para minimizar impacto da crise causa pelo coronavírus
Futebol Profissional

Cruzeiro estuda medidas para minimizar impacto da crise causa pelo coronavírus 

O Brasil e o mundo têm sofrido com a crise causada pela pandemia do Covid-19, o novo coronavírus, com consequências na vida das pessoas e em todo o mercado esportivo e financeiro. Nessa segunda-feira, os integrantes do Núcleo Dirigente Transitório do Cruzeiro se reuniram por videoconferência, e a principal pauta entre os dirigentes foram as medidas a serem tomadas para que a instituição consiga atravessar esta fase da melhor maneira possível. O Clube, que já vinha passando por um processo de reforma administrativa, visando a redução de despesas e busca por investimentos, agora precisa ser ainda mais assertivo, em um cenário no qual todos foram prejudicados, em escala mundial. 

“O Cruzeiro já vivia uma fase de intensa economia, renegociações e busca por alternativas para superar a crise financeira do Clube. E agora intensificamos ainda mais estas ações. Devemos dar férias agora para a maioria dos funcionários, e uma outra parte dos nossos colaboradores seguirá trabalhando em escala ou em home office. Apesar da crise o Clube não para, e precisamos encontrar alternativas. Nosso departamento comercial está trabalhando ativamente, conversando com nossos parceiros e patrocinadores, para fortalecer os acordos e para que os impactos com a crise sejam minimizados, com corte de despesas através da utilização de propriedades comerciais, e aproveitando as entregas que podemos fazer neste momento totalmente atípico”, explicou o diretor executivo do Cruzeiro, André Argolo, lembrando que duas unidades do Cruzeiro – Barro Preto e Campestre – foram colocadas à disposição das autoridades para o combate à pandemia.

André Argolo explicou também as medidas que estão sendo tomadas com o futebol, em função da paralisação das competições. “Este foi um dos assuntos discutidos pela Comissão Nacional dos Clubes nessa segunda-feira e a proposta, que envolve a maior parte das agremiações do país, é dar férias coletivas de 20 dias a partir de abril e 10 dias de férias entre o fim do ano de 2020 e início de 2021. É um momento muito difícil para todos os clubes e outras medidas estão sendo avaliadas”, afirmou Argolo.

Fonte: Cruzeiro

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